O Diário Oficial do Estado trouxe, na madrugada de hoje, uma notícia aguardada desde o final das eleições de 2024: o retorno de Lucinha Mota ao cenário administrativo sob a gestão de Raquel Lyra.
Após uma gestão marcada por grandes desafios à frente da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, Lucinha volta ao Executivo com vasta bagagem técnica e pleno conhecimento do funcionamento da máquina pública. Em 2023, ela assumiu a pasta em um momento crítico, enfrentando o colapso do sistema prisional herdado da gestão anterior, com obras paralisadas e problemas estruturais alarmantes.
Lucinha conseguiu destravar importantes parcerias com o governo federal, viabilizando a assinatura de um acordo de cooperação técnica com a Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN). Entre as principais conquistas, destacam-se a relocação de R$ 17 milhões para aquisição de viaturas de grande porte e equipamentos eletrônicos, além da cessão de mais de 100 policiais federais. A entrega da unidade prisional Itaquitinga 2 e a redução de mais de R$ 8 milhões em contratos de alimentação também foram frutos de sua gestão.
Outro avanço significativo foi a implementação de protocolos específicos de segurança, que integraram o sistema prisional ao programa “Juntos pela Segurança”, promovendo mais eficiência na gestão carcerária. Lucinha também promoveu fóruns e audiências públicas, ampliando o diálogo com a sociedade civil.
Em comum acordo com o governo, Lucinha Mota deixou a Secretaria para disputar a vereança em Petrolina em 2024. Apesar de não conseguir a reeleição, manteve uma relação sólida com a governadora, o que possibilitou seu retorno ao Executivo.
Com 25.851 mil votos nas eleições de 2022, Lucinha se consolida como uma das principais lideranças políticas do Sertão. Sua trajetória reforça o compromisso com políticas públicas que buscam justiça social e cidadania.
Lucinha retorna com o desafio de seguir contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas estaduais, com uma atuação focada na garantia de direitos e na promoção da cidadania.
Por Marcus Paulo